Liberdade que me consome
Autora: Hoppebluy
Arranque a carne do meu corpo,
Retire o suor que me desfalece,
Retire essa Liberdade que me consome,
Me dê a proteção familiar que outrora rejeitei,
Oh Liberdade que um dia tanto almejei,
Me consome a alma de tanta tristeza,
Vejo a solidão pousar em meu peito,
A rejeição pelos meus amados me trouxe aqui em completa escuridão,
Queria eu retornar ao meu passado,
Queria eu ser satisfeito com minha prisão mental,
Hoje choro junto a esta Liberdade obscura e fraudulenta,
Hoje as lágrimas consomem minha carne e minha alma,
Oh Liberdade que tanto almejei,
Você me parecia gloriosa e cheia de desafios,
Seria eu quem a destruiu? Ou seria você que me destruiu?
Cortaria meus pulsos se a coragem existisse em meu peito,
Reinvento minha alma e consolo minha carne,
Ainda posso viver com esta Liberdade,
Ainda posso respirar em meio ao caos obscuro,
Oh Liberdade, devolva-me a paz em meu peito.

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