Eis que estou diante do caos,
Um caos perverso que atinge meu peito através deste punhal,
Eis que o grande caos me parece confuso e obsoleto em minhas entranhas,
Eis que agora estou prestes a morrer de delírios,
Eis que estou frente ao caos perturbador,
Um caos que destrói minha alma sombria e febril,
Eis que jamais me arrependeria do grande surto vivido,
Eis que estou em um completo caos emocional,
Eis que desacelerar minha alma completa a fonte de meus delírios,
Um caos assombroso que infecta minha mente insana,
Eis que morreria agora se pudesse outrora escolher meu destino,
Eis que o caos assombra minha alma doentia,
Poderia o caos ser absorvido por meus delírios insanos?
Poderia o caos ser meu destino desfigurado?
Eis que a morte absorve o caos de minha mente,
Eis que morreria aqui e agora, antes que o caos me consoma.
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